O ataque do Canadá é estrelado, com criadores e finalizadores de alto nível, enquanto a Eslovênia depende de um grupo muito pequeno de jogadores com pouca profundidade. O goleiro do Canadá é confiável, com alta porcentagem de defesas, mostrando profundidade no gol, enquanto a Eslovênia não tem números que igualem essa presença; o Canadá também apresenta forte capacidade de criação (Connor McDavid com média de 1,6 assistências por jogo) e volume equilibrado de finalizações entre vários atacantes. Ofensivamente, o Canadá é mais eficiente e criativo (Macklin Celebrini com seis gols e 35 finalizações, Cale Makar com três gols e 17,6% de conversão de finalizações), enquanto a Eslovênia gera muito menos finalizações e pontos, dependendo de poucos jogadores para gols e um único armador para assistências.
Macklin Celebrini é a principal ameaça no ataque — seis gols em sete jogos com 35 finalizações (cinco por jogo) e cerca de 17% de conversão. Connor McDavid é o principal criador, com oito assistências em cinco jogos (1,6 por jogo), incluindo seis assistências primárias, sendo a fonte mais provável das melhores chances. Os goleiros também favorecem o Canadá: Logan Thompson teve 96,0% de defesas em sua partida e Jordan Binnington 89,16% em suas aparições.
Rok Ticar é o principal armador da Eslovênia, com duas assistências em dois jogos (uma por jogo), incluindo assistências primárias, enquanto Matic Torok, Marcel Mahkovec e Anze Kuralt deram o pouco poder de finalização (cada um com um gol em dois jogos e boas taxas de conversão em amostras pequenas). No geral, o volume ofensivo e de finalizações da Eslovênia é baixo — a maioria dos jogadores não pontua e vários titulares têm menos de duas finalizações por jogo — então o time depende muito desses poucos jogadores.
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