Ambos os times contam com um núcleo claro de titulares regulares, sem muita rotação, com o Vitória um pouco mais consistente (vários jogadores começaram todas as partidas) enquanto a Chapecoense mantém um XI estável, mas usa substituições com frequência para cobrir lacunas. Nenhum dos times produz muitos gols: as chances da Chapecoense são escassas e concentradas (poucos chutes e só um artilheiro), enquanto o Vitória distribui seus gols entre vários jogadores e gera mais finalizações. O Vitória tem um pouco mais de cartões, mas a Chapecoense tem um meio-campista notavelmente agressivo; não há lesões ou suspensões reportadas.
Chapecoense: Walter Clar é a principal arma ofensiva — titular em todos os jogos e único a marcar, é a ameaça óbvia. Everton Souza Da Cruz acumula cartões e é presença disruptiva no meio, atenção para possíveis problemas disciplinares.
Vitória: Gabriel Baralha é influente na regularidade e criação de chances (único com assistência), enquanto Renato Kayzer e Erick são as principais ameaças de gol, com mais finalizações; os três estão aptos e disponíveis.
- Titular em 11 jogos: Walter Clar (4), Yannick Bolasie (4), Everton Souza Da Cruz (4)
- Chutes e gols: Walter Clar (1 gol / 2 chutes), Yannick Bolasie (0 gols / 5 chutes), Camilo (0 gols / 4 chutes)
- Assistências: (nenhuma registrada)
- Titular em 11 jogos: Gabriel Baralha (5), Ramon (5), Matheuzinho (5)
- Chutes e gols: Erick (1 gol / 6 chutes), Renato Kayzer (1 gol / 5 chutes), Gabriel Baralha (1 gol / 4 chutes)
- Assistências: Gabriel Baralha (1), (outros 0)
Nossas previsões para mercados de jogadores:
Por quê: Kayzer lidera os atacantes titulares do Vitória com alto volume de finalizações e já marcou — parece o mais provável a converter outra chance. Baralha combina titularidade regular com a única assistência registrada, sendo o principal criador e melhor aposta para assistência.
O Vitória tem um padrão de cartões mais distribuído, com alguns jogadores acumulando amarelos, enquanto os cartões da Chapecoense se concentram em um meio-campista agressivo. No geral, o número de cartões é modesto e não há vermelhos; espere um jogo competitivo, mas não excessivamente violento, a menos que a tensão aumente no final. Sem lesões ou suspensões reportadas.
- Cartões amarelos: Everton Souza Da Cruz (3), Yannick Bolasie (1), Camilo (1)
- Cartões vermelhos:
- Cartões amarelos: Gabriel Baralha (2), Emmanuel Martinez (2), Matheuzinho (1)
- Cartões vermelhos:
Por quê: Souza Da Cruz tem o maior número de amarelos na Chapecoense e atua numa função que frequentemente marca os atacantes adversários; sua tendência a receber cartões o torna o mais provável a ser amarelado num jogo disputado e com forte presença no meio-campo.