Se o jogo for para a prorrogação, espere um período decisivo, mas não desequilibrado: ambos os times costumam definir o resultado, raramente ficam sem gols; a Finlândia resolve muitos OTs com vitórias ou empates, e a Grã-Bretanha converte metade das prorrogações em vitórias. A Grã-Bretanha parece um pouco mais perigosa no jogo aberto, mas a Finlândia tem controle confiável na prorrogação, com mais gols iniciais, então a aposta mais forte é em um vencedor na prorrogação, não em um período sem gols que leve a pênaltis.
A Finlândia é estável na prorrogação, vencendo 4 de 10 jogos (40%), empatando 4 (40%) e perdendo 2 (20%), raramente sofrendo derrota no OT. Marcam cerca de 1,3 gols por jogo na prorrogação e sofrem 1,5, além de marcar o primeiro gol do OT em 50% das vezes, o que lhes dá vantagem no controle do tempo extra. Comparada à Grã-Bretanha, sofre menos gols cedo e costuma marcar entre os minutos 63 e 65, indicando que tentam decidir no OT em vez de depender de pênaltis.
A Grã-Bretanha é mais clínica na prorrogação, vencendo 5 de 10 jogos (50%), empatando 3 (30%) e perdendo 2 (20%), convertendo chances de OT em vitórias com maior frequência. Marcam cerca de 2,1 gols e sofrem 2,4 por jogo na prorrogação, geralmente marcando o primeiro gol do OT por volta do minuto 62, mostrando perigo no jogo aberto e finalização rápida. Comparada à Finlândia, marca mais no OT e oferece maior ameaça ofensiva, tornando o vencedor na prorrogação o resultado mais provável do que um período sem gols que leve a pênaltis.
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