Joanna Garland chega com forma sólida no saque e uma vitória confiante na estreia do torneio, mas a conversão sob pressão ainda é sua maior fraqueza — ela confirma o saque bem na grama, mas não converte as chances de break com a mesma eficiência do restante do ano. Resultados recentes mostram inconsistência, mas seus números na grama a tornam uma adversária mais difícil do que seu recorde geral sugere.
Garland venceu a estreia em sets diretos, sacando forte e convertendo as grandes chances que teve. Confirmou o saque quase perfeitamente e teve um número acima da média de aces para fechar a vitória.
Estatísticas-chave do torneio:
Pontos de serviço ganhos: 72%
Primeiro saque em: 100%
Aces (total): 7
Garland está em baixa no curto prazo — 3 vitórias e 7 derrotas nos últimos 10 jogos —, mas seu recorde de 20-18 nos últimos 365 dias mostra um nível competitivo ao longo da temporada. O saque é ponto forte em ambos os períodos, mas a conversão de breakpoints caiu recentemente em comparação com o ano todo.
Estatísticas-chave da forma:
Últimos 10 jogos: 3-7
Últimos 365 dias: 20-18
Pontos de serviço ganhos (últimos 10): 61%
Garland tem 6-6 no ano em 12 jogos, com a grama se destacando como superfície mais forte para seu saque. Este jogo é na grama: Garland ganha mais pontos e saca melhor na grama do que no geral, mas sua conversão de breakpoints na grama (27%) é muito inferior à taxa anual (49%), o que significa que confirma o saque bem, mas não pune os adversários com consistência no retorno.
Estatísticas-chave do ano:
12 jogos, 6 vitórias, 6 derrotas
Primeiro saque em grama: 81%
Conversão de breakpoints na grama: 27% (ano: 49%)
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