Se o jogo for para a prorrogação, é mais provável que fique equilibrado e sem gols do que com muitos gols — ambos os times têm alta taxa de empates na prorrogação, com o Davos empatando 50% das vezes e o Fribourg-Gottéron 60%. O Fribourg-Gottéron mostra controle mais claro e é mais perigoso em jogadas abertas, enquanto o Davos é resiliente, mas menos decisivo; a tendência é um vencedor do Fribourg-Gottéron na prorrogação, não um período de muitos gols.
O Davos tem muitos jogos de prorrogação com poucos eventos, com 3 vitórias, 5 empates e 2 derrotas nos últimos 10 jogos, indicando jogo cauteloso. Média de -2,0 gols para e -2,1 contra na prorrogação, marcando primeiro em 40% e sofrendo primeiro em 40%, mostrando inconsistência no sudden death. Comparado ao Fribourg-Gottéron, o Davos é menos provável de vencer na prorrogação e deve apostar na defesa compacta e esperar um momento decisivo tardio.
O Fribourg-Gottéron é mais forte na prorrogação, invicto nos últimos 10 jogos com 4 vitórias e 6 empates, chegando com mais momentum no sudden death. Média de -2,1 gols para e -2,5 contra, marcando primeiro em 80% dos jogos, o que dá a iniciativa. Contra o Davos, o Fribourg-Gottéron tem mais chance de achar o gol decisivo, embora um empate sem gols na prorrogação também seja possível dado o alto índice de empates.
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