Se o jogo for para a prorrogação, espere um período decisivo em vez de um tempo extra sem gols: Wilkes-Barre/Scranton costuma sofrer o gol decisivo com mais frequência, enquanto Hershey converte chances na prorrogação com mais regularidade. Os Penguins têm baixa taxa de vitórias na prorrogação e sofrem mais gols tardios, enquanto os Bears têm melhor controle e taxa de vitórias na prorrogação, tornando mais provável um vencedor na prorrogação a favor de Hershey do que um jogo sem gols levando a pênaltis.
Os Penguins têm dificuldades na prorrogação, vencendo apenas 10% dos jogos decididos nesse período e perdendo 60%, frequentemente falhando em situações de morte súbita. Têm média negativa de 2,5 gols marcados e 2,0 gols sofridos por prorrogação, sofrendo o primeiro gol em 70% dos jogos, indicando vulnerabilidade em jogo aberto. Comparados a Hershey, mostram pior desempenho e controle na prorrogação, devendo ficar mais na defesa e com maior chance de sofrer o gol decisivo.
Hershey é mais eficaz na prorrogação, vencendo 40% dos jogos decididos nesse período, perdendo 30% e empatando 30%, mostrando desempenho mais estável e melhor conversão. Têm média negativa de 2,7 gols marcados e 2,8 sofridos por prorrogação, mas marcam primeiro em 40% dos jogos, demonstrando maior tendência a abrir o placar em jogo aberto. Contra Wilkes-Barre/Scranton, a superior taxa de vitórias e frequência de gols na prorrogação indicam que são o lado mais perigoso se o jogo for para a morte súbita.
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