Katarzyna Kawa chega com vitórias recentes sólidas, mas vulnerabilidade clara na superfície — venceu a estreia e 6 dos últimos 10 jogos, mas quadras duras ao ar livre expõem fraquezas no saque que os adversários podem explorar. Seu saque e jogo nos breakpoints ganham momentos decisivos, mas a alta taxa de duplas faltas em quadras duras reduz sua margem de erro.
Kawa venceu a primeira partida, somando 13 games e finalizando com boa execução nos breakpoints e serviço controlado. Converteu as chances grandes e limitou erros custosos, alinhado à sua forma recente.
Estatísticas-chave do torneio:
Partidas vencidas: 1
Games ganhos: 13
Breakpoints convertidos: 4 (80%)
A forma recente de Kawa é positiva — 6 vitórias e 4 derrotas nos últimos 10 jogos — e seu recorde em 12 meses mostra resistência, mas não domínio, com 29-27. Partidas recentes indicam melhora na conversão de breakpoints e estabilidade no primeiro saque, mas o histórico longo revela tendência a duplas faltas elevadas que podem decidir jogos apertados.
Estatísticas de forma:
Últimos 10: 6-4, pontos de serviço ganhos 56%
12 meses: 29-27, taxa de vitória em tie-breaks 58%
Conversão de breakpoints últimos 10: 50%
No ano, Kawa tem 13-10 em 23 jogos, com o saibro como sua melhor superfície (mais vitórias e melhores métricas de saque) e um título conquistado. Este jogo é em quadra dura ao ar livre, onde seu recorde é 0-2 e o desempenho no saque cai: 47% de pontos de serviço ganhos e alta taxa de duplas faltas (10,26%), contrastando com 56% no saibro. Essas fraquezas aumentam a importância de segurar o saque e minimizar erros não forçados.
Estatísticas do ano:
Geral: 13-10 (23 jogos)
Quadra dura ao ar livre: 0-2, 47% pontos de serviço ganhos, 10,26% duplas faltas
Melhor superfície: Saibro — 56% pontos de serviço ganhos e 54% conversão de breakpoints
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