Henrique Rocha chega em forma sólida, mas com divisão clara por superfície: tem bom desempenho na terra batida, mas sofre em quadras duras indoor. Perdeu a última partida para Adolfo Daniel Vallejo e precisará superar suas dificuldades no indoor para avançar. É um jogador que compete bem em momentos decisivos (bons números em tie-breaks e breakpoints), mas cede pontos grátis em quadras rápidas.
Henrique Rocha ainda não jogou neste torneio.
Rocha tem 6-4 nos últimos 10 jogos e 44-29 no último ano, mostrando consistência, mas também momentos vulneráveis no saque. No curto prazo, vence alta porcentagem de pontos de serviço, mas com muitos erros duplos; no longo prazo, seu primeiro saque e conversão de breakpoints fortalecem sua capacidade de fechar jogos, além de vencer a maioria dos tie-breaks. A recente derrota em sets diretos para Vallejo evidencia sua fragilidade no saque indoor, contrastando com seus melhores resultados em superfícies lentas.
Estatísticas-chave de forma:
Últimos 10 jogos: 6-4, pontos de serviço ganhos 60%, média de erros duplos 3,7 por partida.
Últimos 365 dias: 44-29, pontos de serviço ganhos 62%, conversão de breakpoints 40%.
Vantagem em tie-breaks: taxa de vitória em tie-breaks no curto prazo 71% (67% no longo prazo).
Em 2026, Rocha tem 17-10 em 27 jogos, com melhor desempenho na terra batida, onde acumulou a maioria das vitórias e volume de partidas; já conquistou um torneio. Este jogo será em quadra dura indoor: ele tem 0-2 no indoor em 2026 e média de apenas 67,5 pontos por partida lá, contra cerca de 75 pontos no geral, mostrando queda de rendimento na superfície rápida. O contraste é claro: domina rallies longos e situações de break no saibro, mas perde estabilidade e ritmo no saque indoor.
Estatísticas-chave de 2026:
Geral: 27 jogos, 17 vitórias.
Quadra dura indoor: 2 jogos, 0 vitórias, 67,5 pontos por partida.
Terra batida: 21 jogos, 15 vitórias.
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