Paolini chega com forma recente irregular, mas com pontos fortes claros no saque e no retorno em quadras duras. Venceu sua partida de abertura no torneio e seu perfil na temporada mostra uma jogadora que ganha pontos-chave no saque e converte chances de quebra com eficiência, embora os resultados recentes mostrem alguma inconsistência.
Paolini venceu a partida inicial, controlou o saque e converteu uma alta porcentagem de chances de quebra, ganhando impulso para a próxima fase. Seus números no torneio superam suas médias recentes, com destaque para a eficiência na conversão de breakpoints.
Estatísticas-chave do torneio:
Games ganhos (total): 13
Pontos de serviço ganhos (total): 48
Conversão de breakpoints: 67% (4/6)
A forma recente de Paolini é irregular (5 vitórias e 5 derrotas nas últimas 10), mas seu recorde nos últimos 12 meses é forte (43-22), indicando que essa oscilação é temporária. Os jogos recentes mostram leve queda na eficiência do saque em relação à temporada, mas a capacidade de converter breakpoints permanece uma arma confiável.
Estatísticas-chave da forma:
Últimas 10 partidas: 5-5 (média de pontos ganhos 73,8; pontos de serviço ganhos 54%)
Últimos 365 dias: 43-22 (pontos de serviço ganhos 57%)
Conversão de breakpoints (12 meses): 48%
O perfil de Paolini no ano é totalmente baseado em quadras duras: 7-6 em 13 jogos, sem títulos ainda. Neste piso, seus números da temporada refletem suas médias gerais — ganha cerca de 72 pontos por partida, com 56% de pontos de serviço ganhos, 68% de primeiros saques em quadra e converte cerca de 46% dos breakpoints. Seus números no piso duro confirmam que ela executa melhor o saque e aproveita as chances de quebra.
Estatísticas-chave do ano:
Jogos no piso duro: 13, com 7 vitórias
Média de pontos ganhos no piso duro: 72,21 por partida
Pontos de serviço ganhos no piso duro: 56%; primeiros saques em quadra: 68%; conversão de breakpoints: 46%
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