Plíšková traz potência no saque, mas partidas recentes mostram aumento nas duplas faltas que a prejudicam em momentos decisivos; na grama, ela fica ainda mais perigosa com muitos aces e excelente conversão de breakpoints. Seus resultados recentes (6-4 nas últimas 10) estão abaixo do padrão dos últimos 12 meses (15-9), mas a grama segue sendo seu ponto forte para decidir o jogo.
Karolina Pliskova ainda não jogou neste torneio.
Plíšková venceu 6 das últimas 10 partidas, mas perdeu 4, mostrando forma sólida porém inconsistente; ainda ganha muitos pontos (78,1 por partida no curto prazo), mas com muitas duplas faltas sob pressão. Nos últimos 365 dias, venceu 15 e perdeu 9, com métricas de saque mais fortes e taxa menor de duplas faltas, indicando que as partidas recentes sofrem com aumento de erros não forçados no saque, mesmo com alta conversão de breakpoints.
Estatísticas-chave de forma:
Últimas 10 partidas: 6 vitórias, 4 derrotas — 78,1 pontos ganhos por jogo
Taxa de duplas faltas curto prazo: 9,39% (7,2 por partida)
Últimos 12 meses: 15 vitórias, 9 derrotas — 58% pontos de serviço ganhos
Em 2026, Plíšková tem 14 vitórias em 21 jogos em todas as superfícies, com a grama como sua melhor superfície até agora; ainda não conquistou título. Este jogo será na grama, onde ela domina com 82 pontos ganhos por partida, 5,33 aces por jogo e 68% de conversão de breakpoints, dando clara vantagem ofensiva em relação aos seus números gerais. A principal preocupação é a consistência no saque — as duplas faltas aumentam em alguns momentos — enquanto a grama amplifica seus pontos fortes (aces, sucesso no primeiro saque).
Estatísticas-chave do ano:
2026 (todas superfícies): 21 jogos, 14 vitórias
Grama (2026, superfície do jogo): 82 pontos ganhos por jogo; 5,33 aces por jogo; 68% conversão de breakpoints
Taxa de duplas faltas na grama em 2026: 7,79%
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