A Suíça apresenta um ataque equilibrado, com vários jogadores contribuindo com gols e assistências, mas um núcleo de seis a oito nomes (Andrighetto, Josi, Hischier, Meier, Malgin, Riat) é responsável pela maior parte das chances e criação; cerca de 20 jogadores de linha participaram, mostrando boa profundidade. A Suécia depende mais de um núcleo menor para marcar — Lucas Raymond e Ivar Stenberg lideram o ataque com alto volume de chutes e conversão — enquanto defensores e atacantes de duas vias ajudam nas assistências, garantindo boa criação coletiva. Os números dos goleiros não aparecem nas métricas, então o impacto do gol é incerto; ofensivamente, a Suécia parece um pouco mais eficiente na frente (Stenberg ~27,8% de conversão, Raymond 4,0 chutes a gol por jogo), enquanto a Suíça cria mais por assistências (vários jogadores com muitas assistências primárias) e tem um atirador de volume em Timo Meier (35 chutes, 5,0 chutes a gol por jogo).
Sven Andrighetto é uma ameaça dupla com 4 gols e 9 assistências em 7 jogos (1,29 assistências por jogo) e 18 chutes a gol, sendo um pontuador consistente. Timo Meier é o principal atirador — 35 chutes em 7 jogos (5,0 chutes a gol por jogo) — mas converte menos (cerca de 8,6%), sendo perigoso para criar rebotes e chances secundárias. Roman Josi e Nico Hischier (4 gols cada, várias assistências) completam o núcleo criativo da Suíça.
Lucas Raymond é o motor ofensivo com 5 gols e 6 assistências em 7 jogos e grande volume de chutes (28 chutes, 4,0 chutes a gol por jogo), sendo a principal ameaça. Ivar Stenberg iguala a produção de gols (5) com 4 assistências e alta eficiência (27,8% de conversão em 18 chutes a gol), destacando-se como finalizador de alto valor. Oliver Ekman-Larsson e Viggo Bjorck dão profundidade na criação com várias assistências primárias, ajudando a Suécia a gerar chances estruturadas.
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