Teichmann chega com inconsistências claras: resultados recentes indicam queda, mas métricas de longo prazo a mantêm competitiva. Vulnerabilidade no saque — muitas duplas faltas e baixa eficácia no segundo saque — custam partidas, mas a conversão de breakpoints e pontos ganhos no primeiro saque ainda lhe dão chance de batalhar.
Jil Teichmann ainda não jogou neste torneio.
Estatísticas-chave do torneio:
Teichmann não registrou estatísticas de partidas neste evento.
Curto prazo: em queda, com 3 vitórias e 7 derrotas nas últimas 10 partidas, pontos de saque ganhos em 50% e 33 duplas faltas (3,3 por jogo). Nos últimos 365 dias, quase equilíbrio (12-14), com números melhores no saque — 54% de pontos ganhos no saque e 59% no primeiro saque — indicando que suas ferramentas funcionam quando controla o saque e minimiza erros. A principal diferença entre curto e longo prazo é a confiabilidade no saque: jogos recentes mostram mais duplas faltas e menor eficiência, resultando em mais quebras sofridas.
Estatísticas-chave:
Curto prazo: 3-7 (últimas 10); pontos de saque ganhos 50%; 33 duplas faltas (3,3 por jogo)
Longo prazo (365d): 12-14; pontos de saque ganhos 54%; pontos no primeiro saque 59%
Teichmann concentra seu jogo no saibro: 2-3 em três eventos até agora, sem títulos no ano. O jogo será no saibro, onde seus números mostram jogo competitivo, mas fraqueza no saque — pontos de saque ganhos 50%, primeiro saque 52%, segundo saque em apenas 19%, com cerca de 3 duplas faltas por partida. Comparado ao longo prazo, os números do ano no saibro refletem a queda recente na eficiência do saque e confirmam que segurar o saque sob pressão é seu maior desafio.
Estatísticas-chave do ano:
2026 (todo no saibro): 3 competições, 5 jogos, 2 vitórias
Saibro no ano: pontos de saque ganhos 50%; primeiro saque 52%; segundo saque 19%
Erros sob pressão: ~3 duplas faltas por jogo; conversão de breakpoints ~47%
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