Timofeeva chega com boa forma recente (7-3 nas últimas 10) e jogo agressivo de devolução, mas a confiabilidade no saque é o fator decisivo — ela ganha muitos pontos no primeiro saque e converte breakpoints, enquanto duplas faltas ocasionais e um segundo saque mediano dão brechas. Em quadras duras ao ar livre, é competente, mas não dominante; o jogo vai depender de como ela segura o saque sob pressão.
Maria Timofeeva ainda não disputou nenhuma partida neste torneio.
Timofeeva está em ritmo bom no curto prazo, vencendo 7 das últimas 10 partidas, somando a um ano intenso com 22-18 no total. Seus números de saque melhoram no curto prazo (56% de pontos ganhos contra 54% no longo prazo), e mantém alta conversão de breakpoints, embora duplas faltas sejam uma fraqueza recorrente.
Principais estatísticas de forma:
Últimas 10 partidas: 7-3
Pontos de saque ganhos no curto prazo: 56% — Conversão de breakpoints no curto prazo: 51%
Recorde em 12 meses: 22-18 — Taxa de duplas faltas no longo prazo: 3,56%
Em 2026, Timofeeva tem 11-7 em todas as superfícies, com melhores resultados no saibro vermelho (invicta em 5 jogos e 1 título), mas resultados mistos em quadras duras. O jogo será em quadra dura ao ar livre: ela tem 4-4 nessa superfície no ano, ganha 55% dos pontos de saque, 58% dos pontos no primeiro saque, e mantém baixa taxa de duplas faltas (~2,87%), o que ajuda a segurar o saque com mais consistência.
Principais dados do ano:
Geral: 11-7 — Melhor superfície: saibro vermelho (5-0, 1 título)
Quadra dura ao ar livre: 4-4 — Pontos de saque ganhos ~55% — Pontos no primeiro saque ~58%
Taxa de duplas faltas em quadra dura ao ar livre: ~2,87%
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