Ambos os times contam com um núcleo claro de titulares regulares, mas com perfis diferentes: Jagiellonia mistura uma espinha dorsal confiável com uso intenso de substituições em outras posições, enquanto Wisła Płock mantém um XI muito estável e rotaciona menos. Jagiellonia cria muito mais finalizações (97+) e tem conversão de finalizações para gols bem superior (~14 gols de 97 chutes, cerca de 14,4%) — são mais produtivos e clínicos; Wisła Płock chuta menos (74+) e converte menos (5 gols, cerca de 6,8%). Jagiellonia também é o time mais agressivo (mais cartões no total) com alguns reincidentes, enquanto os cartões do Płock são menos frequentes e concentrados em poucos jogadores.
Jagiellonia: Jesus Imaz Balleste é a principal ameaça de finalização e deve ser observado nas chances dentro da área; Afimico Pululu é a força criativa, com assistências e alta participação em chutes, provavelmente influenciando o terço final. Sem lesões ou suspensões.
Wisła Płock: Wiktor Nowak lidera o ataque e é quem mais finaliza, enquanto Deni Juric apoia na frente; Nemanja Mijuskovic é presença defensiva que também acumula cartões e pode impactar com jogo físico. Sem lesões ou suspensões.
- Titular em 11 jogos: Norbert Wojtuszek (9), Slawomir Abramowicz (9), Bartlomiej Wdowik (8)
- Chutes e gols: Jesus Imaz Balleste (4 gols / 17 chutes), Bartosz Mazurek (3 gols / 9 chutes), Afimico Pululu (2 gols / 15 chutes)
- Assistências: Afimico Pululu (3), Bartosz Mazurek (2), Bartlomiej Wdowik (1)
- Titular em 11 jogos: Wiktor Nowak (8), Zan Rogelj (8), Marcin Kaminski (8)
- Chutes e gols: Wiktor Nowak (2 gols / 14 chutes), Deni Juric (2 gols / 6 chutes), Lukasz Sekulski (1 gol / 10 chutes)
- Assistências: Dominik Kun (1), Dani Pacheco (1)
Nossas previsões para mercados de jogadores:
Por quê: Imaz é o ponto focal claro do ataque do Jagiellonia e o maior goleador do time, com volume alto de finalizações e boa forma na finalização, tornando-o o mais provável a marcar a qualquer momento. Pululu combina titularidade regular, alta participação em chutes e mais assistências do time, sendo a fonte criativa mais provável para o passe final.
Jagiellonia é o time mais propenso a cartões (24 amarelos, 0 vermelhos) comparado ao Wisła Płock (16 amarelos, 0 vermelhos). Os cartões do Jagiellonia são de reincidentes — Bernardo Vital (4) e Taras Romanczuk (3) se destacam — além de outros regulares acumulando amarelos. Os cartões do Płock são menos frequentes e concentrados em poucos jogadores como Nemanja Mijuskovic (3), mostrando agressividade menos disseminada.
- Cartões amarelos: Bernardo Vital (4), Taras Romanczuk (3), Jesus Imaz Balleste (2)
- Cartões vermelhos:
- Cartões amarelos: Nemanja Mijuskovic (3), Lukasz Sekulski (2), Wiktor Nowak (2)
- Cartões vermelhos:
Por quê: Vital é o jogador mais amarelado do time e o Jagiellonia acumula muitos cartões; espere que ele se envolva em ações defensivas agressivas que podem resultar em mais um amarelo.