Resumo do confronto Hull vs Chelsea
Não encontramos detalhes sobre os últimos confrontos diretos entre Hull e Chelsea.
Taça FA
Hull
Chelsea
HT: 0 - 1 FT: 0 - 4
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Apostamos que ambos os times vão marcar porque o ataque do Chelsea deve furar a defesa sólida do Hull, que ainda pode arrancar um gol em casa.
Não encontramos detalhes sobre os últimos confrontos diretos entre Hull e Chelsea.
O Hull tem mostrado boa forma recentemente, com cinco vitórias, três empates e duas derrotas nos últimos dez jogos, exibindo uma leve melhora após alguns empates recentes. Continua difícil de ser furado em casa, mas pouco efetivo no ataque, marcando 11 gols nesses dez jogos (1,1 por partida) e mantendo várias vezes o gol zerado. Espere um jogo com poucos gols, dado o histórico recente de gols e a solidez defensiva.
Quando o Hull abre 1-0 em casa, vence cerca de 81% dessas partidas.
O Hull recebeu o Bristol City e começou bem, abrindo o placar no início do primeiro tempo, mas sofreu dois gols antes do intervalo e foi para o vestiário perdendo por 2-1. Com várias mudanças no intervalo, melhorou na segunda etapa, mas foi castigado novamente cedo, com o Bristol ampliando para 3-1. Um gol tardio de Kieran Dowell deixou o final tenso, com o Hull pressionando com chutes e escanteios, mas sem conseguir o empate. Formação usada: 4-3-3. Força do elenco: o técnico escalou um time praticamente titular, com alguns reservas entrando como impacto, não uma rotação completa.
Os últimos dez jogos do Hull mostram uma equipe que defende bem e costuma garantir resultados apertados — cinco vitórias, três empates e duas derrotas, com seis jogos sem sofrer gols. As partidas têm sido de baixa pontuação (média de 1,1 gol por jogo do Hull) e apenas 30% dos jogos tiveram gols dos dois lados, reforçando a tendência de placares justos.
O Chelsea está em uma sequência positiva, com 7 vitórias, 0 empates e 3 derrotas nos últimos 10 jogos — a forma mostra mais vitórias que tropeços e uma tendência geral positiva. O time tem sido prolífico no ataque, marcando 23 gols nesses 10 jogos (2,3 por partida), embora ainda sofra gols com certa frequência. Espere jogos abertos, dado o perfil recente de muitos gols.
O Chelsea marca em média quase 1,9 gols por jogo fora de casa.
O Chelsea venceu o Wolverhampton Wanderers por 3-1 fora de casa, dominando desde cedo e construindo uma vantagem de 3-0 antes do intervalo, com um pênalti convertido e mais duas chances aproveitadas. Jogaram no 4-3-3 com quase todo o time titular, complementado por algumas opções de rotação e impacto no banco. O Wolverhampton pressionou no segundo tempo e descontou, mas o Chelsea segurou a pressão, fez mudanças inteligentes e garantiu a vitória merecida fora.
Os jogos recentes do Chelsea têm sido de muitos gols e foco ofensivo: 8 dos últimos 10 jogos tiveram mais de 1,5 gols e 7 passaram de 2,5, com ambos os times marcando em 70% das partidas. A equipe tem média de 2,3 gols por jogo e só manteve 2 clean sheets nos últimos dez, mostrando um ataque forte com alguma vulnerabilidade defensiva.
- Média de gols por jogo: 2,3 (23 gols em 10 jogos)
- Ambos os times marcam: 70% (7/10)
- Mais de 2,5 gols: 70% (7/10)
Esperamos que ambos os times balancem as redes. Os jogos fora do Chelsea costumam ter gols e o Hull tem marcado em casa em boa parte dos jogos recentes, além de confrontos diretos que frequentemente terminam com gols dos dois lados.
Nos inclinamos para Mais de 2,5 gols. Os jogos do Chelsea são de alta pontuação e a média histórica dos confrontos diretos passa de 3 gols, enquanto os padrões do Hull em casa e fora ainda permitem um jogo com vários gols — este duelo costuma ultrapassar a linha de 2,5 mais vezes do que ficar abaixo.
Sem jogadores ausentes ou duvidosos no Hull, o time mandante deve ter o elenco completo disponível para o jogo.
O Chelsea tem várias ausências na defesa e meio-campo, mas apenas um dos jogadores fora marcou gol nos últimos 10 jogos, então a ameaça ofensiva imediata está apenas levemente enfraquecida. Dois jogadores estão como duvidosos, o que pode deixar lacunas caso não entrem na lista de relacionados.
- Tosin Adarabioyo (zagueiro) | 1 gol, 0 assistências | ausente ❌ | lesionado 🩼 | há 21 dias
- Reece James (lateral) | 0 gols, 0 assistências | duvidoso ❓ | outros motivos | há 5 dias
- Mykhailo Mudryk (atacante) | 0 gols, 0 assistências | ausente ❌ | outros motivos | há 68 dias
- Filip Jorgensen (goleiro) | 0 gols, 0 assistências | duvidoso ❓ | outros motivos | há 5 dias
- Levi Colwill (zagueiro) | 0 gols, 0 assistências | ausente ❌ | lesionado 🩼 | há 116 dias
- Dario Essugo (meio-campo) | 0 gols, 0 assistências | ausente ❌ | outros motivos | há 17 dias
- Romeo Lavia (meio-campo) | 0 gols, 0 assistências | ausente ❌ | lesionado 🩼 | há 95 dias
- Jamie Gittens (atacante) | 0 gols, 0 assistências | ausente ❌ | lesionado 🩼 | há 5 dias
Ambos os times têm um núcleo claro de titulares, mas o Hull depende mais de um XI fixo que começa a maioria dos jogos, enquanto o Chelsea combina um grupo principal com rotação forçada por ausências. Ambos os técnicos usam substituições — o Hull traz impact players com frequência, mas mantém um plano inicial estável; o Chelsea roda mais por necessidade e para controlar minutos. No ataque, o Chelsea tem mais poder de finalização concentrado (Pedro e Fernandez se destacam) e maior volume de chutes, enquanto o Hull tem uma saída principal em Oli McBurnie com boa conversão de finalizações; a agressividade é um pouco maior na defesa do Hull (alguns defensores acumulam a maioria dos cartões), enquanto os cartões do Chelsea são mais distribuídos. Nenhum cartão vermelho registrado; vários jogadores do Chelsea estão ausentes ou duvidosos por lesão ou outros motivos (Adarabioyo lesionado, Colwill e Lavia lesionados a longo prazo, James duvidoso, Gittens lesionado).
Hull: Oli McBurnie é a principal ameaça de gol e também contribui com assistências — joga quase todas as partidas e lidera os números ofensivos do Hull. Charlie Hughes e Lewie Coyle trazem estabilidade defensiva e minutos consistentes; os cartões de Coyle o tornam um risco disciplinar.
Chelsea: Joao Pedro e Enzo Fernandez são as principais ameaças criativas e finalizadoras — Pedro é o artilheiro enquanto Fernandez combina gols com o maior volume de chutes. Cole Palmer também é perigoso, dado seu retorno em gols e assistências; alguns jogadores estão indisponíveis por lesão ou dúvida, mas esses três estão disponíveis.
- Titular em 11 jogos: Charlie Hughes (10), Lewie Coyle (10), Oli McBurnie (9)
- Chutes e gols: Oli McBurnie (3 / 11), Liam Millar (1 / 8), Kyle Joseph (1 / 6)
- Assistências: Oli McBurnie (2), Amir Hadziahmetovic (1), Regan Slater (1)
- Titular em 11 jogos: Enzo Fernandez (8), Moises Caicedo (8), Robert Sanchez (7)
- Chutes e gols: Joao Pedro (5 / 11), Enzo Fernandez (4 / 15), Cole Palmer (4 / 10)
- Assistências: Enzo Fernandez (2), Cole Palmer (2), Joao Pedro (1)
Nossas previsões para mercados de jogadores:
Por quê: Oli McBurnie é o ponto focal do ataque do Hull, titular quase sempre e líder em chutes e gols — é o jogador do Hull mais provável de marcar. Enzo Fernandez combina ameaça de gol com criatividade e maior volume de chutes no Chelsea, sendo forte candidato a criar chances.
Os cartões do Hull estão concentrados em poucos jogadores — funções defensivas e laterais carregam risco — enquanto os amarelos do Chelsea são mais distribuídos entre posições. Nenhum time recebeu cartão vermelho nos últimos 10 jogos; o total de amarelos é parecido, com o Hull ligeiramente acima, indicando um duelo moderadamente físico, mas não excessivamente agressivo. Vários jogadores do Chelsea estão fora ou duvidosos por lesão, o que pode influenciar os duelos defensivos.
- Cartões amarelos: Lewie Coyle (3), Regan Slater (3), John Egan (2)
- Cartões vermelhos:
- Cartões amarelos: Marc Cucurella (3), Enzo Fernandez (2), Estevao (2)
- Cartões vermelhos:
Por quê: Coyle é titular em todos os jogos e já tem o maior número de amarelos no Hull, correndo risco de mais cartões em um jogo físico; seu papel e histórico o tornam o candidato mais provável a ser advertido.
Ambos os times usam regularmente a maioria das substituições disponíveis, com o Hull fazendo em média 4,6 mudanças por jogo e o Chelsea um pouco mais, 4,78. Nenhum técnico mantém um XI fixo rígido, então mudanças táticas e pernas frescas no final são esperadas. Espere que os bancos sejam usados para influenciar a fase final da partida, não apenas para segurar o resultado.
Os reservas do Hull marcaram 2 gols e deram 1 assistência nos últimos 10 jogos — cerca de 18% dos gols e 14% das assistências — indicando impacto limitado do banco. O banco do Chelsea tem sido muito mais influente, com 6 gols e 5 assistências (27% dos gols e 45% das assistências), mostrando vantagem clara em ameaça ofensiva e criatividade vindas dos substitutos.
Hull: Sem um coringa claro — Kieran Dowell e Lewis Koumas marcaram uma vez cada vindo do banco e Yu Hirakawa tem uma assistência como substituto, mas nenhum com impacto decisivo em volume.
Chelsea: Alejandro Garnacho se destaca como principal ameaça de gol do banco com 2 gols como substituto, enquanto Cole Palmer é o líder em assistências vindo do banco com 2 passes; Joao Pedro e Enzo Fernandez também têm retornos úteis (1 gol + 1 assistência cada), mas Garnacho e Palmer têm vantagem clara.
Previsões de apostas em jogadores "coringa":
Razão curta: Líder dos reservas do Chelsea em gols com dois tentos como substituto, é a saída mais provável para gols tardios do banco.
Razão curta: Principal assistente vindo do banco com duas assistências, é o substituto criativo mais provável para chances no fim.
Apostas em jogadores "coringa" são de alto risco e alta recompensa, pois podem não jogar nada e, se jogarem, têm menos tempo para impactar o jogo.
Hallam adota uma abordagem equilibrada, marcando um número ligeiramente acima da média de faltas, mas sendo um pouco mais permissivo com cartões amarelos e vermelhos em comparação com outros árbitros da FA Cup. A principal diferença em relação à média do torneio está nas taxas menores de cartões e pênaltis (3,5 amarelos e 0 vermelhos contra 3,81 e 0,1 do torneio), o que sugere partidas com menos expulsões, mas ainda com paradas frequentes; o destaque para os resultados dos jogos é o número um pouco maior de faltas (12,33), que pode gerar mais oportunidades em bolas paradas.
Hallam registra uma média de 12,33 faltas por jogo, contra 12,04 da FA Cup, indicando um leve aumento nas interrupções e chances em bolas paradas (12,33 vs 12,04). Espere um ritmo parecido com o de uma partida típica da FA Cup, com uma pequena tendência a mais faltas e sequências ofensivas interrompidas.
Previsão para total de faltas:
Ele distribui um pouco menos cartões amarelos (3,5) que a média do torneio (3,81) e não aplicou nenhum vermelho nos últimos 10 jogos, contra uma média de 0,1, indicando uma abordagem disciplinar mais branda que reduz a chance de advertências ou expulsões precoces que possam influenciar o jogo. Isso favorece times que dependem de manter o elenco completo em campo e diminui a probabilidade de mudanças táticas tardias por cartões.
Previsão para cartões:
Hallam concede pênaltis com menos frequência que a média da FA Cup (0,08 vs 0,13), então times que apostam em ganhar penalidades devem ficar atentos — pênaltis são raros sob sua arbitragem. No geral, não conte com um pênalti para mudar o resultado.
Aposta de valor em pênaltis:
Hull e Chelsea geram um número constante de oportunidades em bolas paradas, mas o Chelsea leva vantagem no potencial ofensivo geral — ganha mais escanteios e mais faltas ofensivas. A diferença chave é a maior taxa de faltas ofensivas do Chelsea, sugerindo chances de bola parada mais próximas do gol (isso pode ser decisivo em um jogo equilibrado).
Ambos os times têm média moderada de escanteios nos últimos 10 jogos, com o Chelsea (6,57) ganhando claramente mais que o Hull (4,75), embora nenhum alcance a média típica de jogos da FA Cup. Essa diferença indica que o Chelsea é mais propenso a forçar situações aéreas vindas de jogadas pelas laterais.
As taxas de faltas são semelhantes: Hull (10,23) e Chelsea (9,72) ficam um pouco abaixo da média de jogos da FA Cup, mas ainda geram muitas paradas; a maior parcela de faltas ofensivas do Chelsea (20 contra 13) significa que suas chances de bola parada são mais próximas do gol e, portanto, mais perigosas. Há uma diferença clara na localização — o Chelsea ganha mais faltas no terço final, então espere melhores oportunidades de bola parada para eles.
Gols de cabeça são raros para ambos nos últimos 10 jogos; o Hull tem um gol de cabeça (7,69%) enquanto o Chelsea não tem nenhum, mostrando uma leve vantagem aérea para o Hull. No geral, nenhum time depende muito de finalizações de cabeça, mas o Hull apresenta uma ameaça aérea um pouco maior em escanteios e bolas paradas laterais.
Foras de jogo equipa visitante total 1.5
Abaixo de 1.5 • FT
1ª Parte - Hipótese Dupla
X2 • HT
2ª Parte - Hipótese Dupla
X2 • 2HT
Hipótese Dupla
Chelsea FC vence ou empata • FT
Ambas as Equipas Marcam
Sim • FT
Ambas as equipas marcam na segunda parte
Yes • 2HT
Ambas as equipas para marcar na primeira parte
Ambas as equipas marcam • HT
Cartões total 4.5
Acima de 4.5 • FT
Faltas total 19.5
Abaixo de 19.5 • FT
1ª Parte - Total da Equipa Visitante
Under • HT
2ª Parte - Total Equipa da Casa
Under • 2HT
1ª Parte - Total Equipa da Casa
Under • HT
Golos na Segunda Parte
Under • 2HT
Golos na Primeira Parte 3.5
Acima de 3.5 • HT
Total de Golos 3.5
Acima de 3.5 • FT
Golos da equipa da casa 1.5
Menos 1.5 • FT
Double chance + Totals 3.5
1X / Over • FT
Equipa para vencer + Total de golos 3.5
Hull City para ganhar + Mais 3.5 • FT
2ª Parte - Total da Equipa Visitante
Under • 2HT
Cartões equipa visitante total 3.5
Abaixo de 3.5 • FT
0
Vitória
0
Empate
2
Vitória
13-02-2026 19:45
Hull 0 : 4 Chelsea
25-01-2020 17:30
Hull 1 : 2 Chelsea