Confrontos Diretos
Dijon tem levado a melhor nos últimos 10 encontros, vencendo 7 e perdendo 2 para Nanterre, geralmente controlando os jogos no início e no intervalo. Ofensivamente, Dijon marca mais em média e tem aproveitamento muito melhor dentro e de longa distância, enquanto Nanterre compensa com mais rebotes ofensivos, roubadas de bola e jogadas de esforço que mantêm os jogos equilibrados. No geral, esse duelo gera partidas competitivas onde a eficiência ofensiva de Dijon costuma fazer a diferença, a menos que os rebotes extras e os turnovers a favor de Nanterre mudem o ritmo.
💡Estatística-chave do confronto
Dijon lidera a série por 7-2 e converte essa vantagem em pontuação maior: média de 87,5 pontos por jogo contra 82 de Nanterre, impulsionada por melhor aproveitamento em arremessos de dois pontos (60% contra 49,33%) e de três pontos (42,55% contra 29,09%).
⚔️Detalhes do último confronto
O encontro mais recente terminou 95-88 a favor do Nanterre 92. Dijon manteve o jogo equilibrado no primeiro tempo, mas Nanterre virou a partida na segunda metade com uma defesa mais forte e sequências de pontos no momento certo. Nanterre ampliou a vantagem no quarto período e fechou o jogo na linha de lance livre no último minuto para garantir a vitória por sete pontos. O jogo refletiu o padrão usual de trocas apertadas no início e decisões no segundo tempo.
📊Estatísticas dos últimos 10 confrontos
Nos últimos 10 jogos diretos, Dijon leva vantagem nos inícios e nos intervalos — vencendo cinco primeiros quartos e liderando sete vezes no intervalo, convertendo isso em sete vitórias totais contra duas de Nanterre. O tempo na liderança é quase equilibrado (Nanterre 38 minutos, 51% vs Dijon 37 minutos, 49%), mas a melhor eficiência ofensiva de Dijon (maior aproveitamento em dois e três pontos e mais pontos por jogo) é compensada pelos números de esforço de Nanterre — mais rebotes ofensivos (15,5 por jogo) e roubadas (8,5 por jogo). A disciplina também difere: Dijon comete mais faltas pessoais em média (24,5 contra 19 de Nanterre), o que pode criar oportunidades de faltas no final para Nanterre.