Se o jogo for para a prorrogação, espere um período com poucas chances, onde a Noruega parece mais propensa a vencer, enquanto a Eslovênia costuma se acomodar em empates sem gols que levam a decisões posteriores. A Noruega converte 60% das decisões na prorrogação em vitórias, com média de 1,6 gols marcados e 1,9 sofridos, enquanto a Eslovênia tem só 20% de vitórias na prorrogação, com média de 1,2 gols pró e 1,1 contra — o palpite mais forte é vitória da Noruega na prorrogação, não um jogo aberto e de muitos gols, com disputa por pênaltis sendo uma possibilidade real se não sair gol no tempo extra.
A Noruega chega com capacidade clara para decidir na prorrogação, vencendo 6 das últimas 10 decisões (60%) e marcando gols decisivos contra rivais regionais. O jogo na prorrogação é fechado, mas eficiente: média de 1,6 gols marcados e 1,9 sofridos, apenas 1 penalidade cometida e nenhum gol de ambos os times na prorrogação. Comparada à Eslovênia, a Noruega é mais perigosa no tempo extra e mais provável de garantir a vitória.
A Eslovênia tende a manter a prorrogação muito fechada, com cinco empates em 10 jogos (50%) e apenas duas vitórias (20%), indicando maior chance de prorrogação sem gols e decisão posterior. O desempenho ofensivo na prorrogação é modesto e equilibrado, com 1,2 gols pró e 1,1 contra, sem penalidades ou power plays registrados. Contra a Noruega, a Eslovênia deve focar na contenção defensiva e forçar os pênaltis em vez de vencer no tempo extra.
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