Amanda Anisimova chega com momentum e um saque confiável — venceu sua estreia no torneio com autoridade e mantém números fortes de saque a curto e longo prazo. A maior ressalva é uma taxa de duplas faltas ligeiramente elevada recentemente, mas sua eficiência em breakpoints e pontos no primeiro saque mantém o controle.
Anisimova avançou na estreia em sets diretos, vencendo 12 games e convertendo a maioria das chances de break. Destacam-se seus 80% de pontos ganhos no primeiro saque e 62% no total de pontos de serviço, dando-lhe clara vantagem no saque neste evento.
Estatísticas-chave do torneio:
Games ganhos (total): 12
Pontos ganhos (total): 58
Conversão de breakpoints: 75%
A forma recente de Anisimova é sólida: 6 vitórias e 2 derrotas nos últimos 10 jogos, sustentando um recorde consistente de 43-15 nos últimos 12 meses. O saque continua sendo um ponto forte (62% de pontos ganhos recentemente e a longo prazo), embora as duplas faltas tenham aumentado no curto prazo; a conversão de breakpoints permanece confiável em ambos os períodos.
Estatísticas-chave da forma:
Curto prazo: 6-2
Pontos de serviço ganhos (curto prazo): 62%
Taxa de duplas faltas (curto vs longo prazo): 7,45% vs 6,22%
A temporada de Anisimova é toda em quadras duras — jogou 7 partidas no ano e venceu 5, definindo sua forma no ano. Neste jogo, ela tem média de 68,6 pontos ganhos por partida e 62% de pontos de serviço ganhos; porém, sua conversão de breakpoints em quadras duras (42%) está abaixo da média da carreira, reduzindo um pouco sua potência no retorno comparado à pressão geral.
Estatísticas-chave do ano:
Jogos no ano (quadra dura): 7 jogados, 5 vencidos
Pontos de serviço ganhos (quadra dura): 62%
Conversão de breakpoints (quadra dura): 42%
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